No Getsémani, Jesus ora angustiado e é preso depois de Judas o trair com um beijo. Pedro nega-o três vezes. Julgado por Caifás e por Pilatos, é condenado à morte e crucificado no Gólgota, entre dois ladrões.
"Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" (Lc 23:34) — mesmo na cruz, Jesus continua a oferecer perdão.
A morte de Jesus na cruz é, para a fé cristã, o sacrifício que reconcilia a humanidade com Deus — o centro de todo o anúncio cristão.
A crucifixão era um castigo romano, não judaico, reservado sobretudo a escravos e a quem se revoltasse contra Roma — só o prefeito romano, Pôncio Pilatos (que governou a Judeia entre 26 e 36 d.C.), tinha autoridade para a ordenar, por isso as autoridades religiosas judaicas precisaram de o convencer a agir.