Dois reis de Judá lembrados como grandes reformadores religiosos — Ezequias resiste ao cerco assírio confiando em Deus; Josias redescobre a Lei perdida no Templo.
Josias é o último rei de Judá lembrado com aprovação total pelo texto bíblico — depois dele, o reino entra numa espiral que termina na conquista babilónica.
O reinado de Ezequias coincide com a ameaça do Império Assírio, que já tinha destruído o Reino de Israel (norte) em 722 a.C. — Judá sobrevive onde o norte caiu.
Esta época (finais do século VIII e VII a.C.) é dominada pela ascensão do Império Assírio, a superpotência da altura — o próprio reino do Norte (Israel) é destruído pelos assírios em 722 a.C.; Ezequias e Josias, reis de Judá, tentam reformas religiosas precisamente para responder a essa ameaça existencial.