Já rei, David recebe a promessa de uma dinastia eterna — mas cai gravemente com Betsabé, e a sua própria casa se divide quando o filho Absalão se revolta.
Mesmo um rei "segundo o coração de Deus" cai gravemente (2 Sm 11) — mas o arrependimento sincero, confrontado por um profeta corajoso, continua sempre possível.
A aliança davídica (2 Sm 7) — a promessa de um "trono para sempre" — atravessa o resto da Bíblia até à esperança messiânica aplicada a Jesus, "filho de David".
Sob David (por volta de 1010-970 a.C.), o pequeno reino de Israel expande-se e torna-se, por um curto período, uma potência regional — Jerusalém, uma cidade cananeia conquistada por David, passa a capital política e religiosa. Sabias que os arqueólogos encontraram uma pedra muito antiga que menciona a "casa de David"? É um sinal, fora da Bíblia, de que a dinastia começada por David foi mesmo real.