Jr 40–41; 2 Rs 25
Nomeado governador de Judá pelos babilónios depois da queda de Jerusalém, tenta reconstruir alguma normalidade e protege ativamente Jeremias. É assassinado poucos meses depois por um membro da família real, um crime que provoca uma nova vaga de fuga para o Egito.
Tentar reconstruir a normalidade depois de uma tragédia é já um ato de esperança.
"Não temais... ficai na terra, servi ao rei da Babilónia, e bem vos irá" — Jr 40:9
O seu breve governo é o último fio de autogoverno judaíta antes do exílio total.
Sem relações familiares registadas no grafo — governador nomeado pela administração babilónica.
O seu breve governo é o último fio de autogoverno judaíta antes do exílio total — a sua morte apaga essa última esperança e é lembrada até hoje por um jejum judaico (Tzom Gedaliah).