Retrato de Mardoqueu
Ester

Mardoqueu

Et 2–10

Oficial judeu da corte persa, cria a prima órfã Ester "como sua própria filha" (Et 2:7). Recusa-se a curvar-se perante Amã, descobre uma conspiração contra o rei, e acaba elevado a segundo homem mais poderoso do império depois da queda de Amã.

O que aprendemos

Uma pequena recusa de consciência pode, no fim, mudar a história de um povo inteiro.

"Quem sabe se não foi para uma hora como esta que chegaste à realeza?" — Et 4:14

Porque é importante

A sua recusa em curvar-se perante Amã acaba por salvar todo o povo judeu.

Família e relações

Primo e pai adotivo de Ester. Da tribo de Benjamim, a mesma do rei Saul.

Contexto histórico

O seu nome pode estar relacionado com o deus babilónico Marduk — uma prática comum entre judeus exilados, que adotavam nomes de sonoridade local sem abandonar a sua fé. Mardoqueu era da tribo de Benjamim, a mesma do antigo rei Saul (a tradição judaica chega a ligá-lo à própria família de Saul), enquanto o vilão Amã descendia dos amalecitas, o povo inimigo que Saul enfrentara séculos antes — por isso, uma velha rivalidade parece regressar nesta história.

Aparece em

Explorar no mapa interativo →