Is 36–37; 2 Rs 18–19
Rei do Império Assírio que invade Judá e cerca Jerusalém durante o reinado de Ezequias, exigindo a rendição da cidade através dos seus enviados. O cerco é levantado sem que a cidade caia — um episódio que a tradição bíblica atribui à intervenção divina, em resposta à oração de Ezequias e ao anúncio de Isaías.
O poder militar mais esmagador ainda assim tem limites diante de Deus.
"Quem, entre todos os deuses destas terras, livrou a sua terra da minha mão?" — Is 36:20
Registos assírios confirmam o cerco a Jerusalém, mas também que a cidade não caiu — um detalhe notável fora do texto bíblico.
Sem relações familiares registadas — rei estrangeiro, sem ligação de sangue às restantes personagens deste grafo.
Registos assírios (o Prisma de Senaqueribe) confirmam de facto o cerco a Jerusalém e descrevem Ezequias como "preso como um pássaro numa gaiola" — mas, ao contrário de outras cidades conquistadas, confirmam também que Jerusalém não caiu, um detalhe notável fora do texto bíblico.